Phelon & Moore Capetown 7X. Estreia mundial no Lés-a-Lés

Autor:  Paulo Ribeiro

Junho 23, 2026

O nome bem britânico da Phelon & Moore Capetown 7X remete-nos para um universo motociclístico carregado de história e para um luxo mais habitual em marcas de automóveis feitos sob os desígnios de Sua Majestade. Durante uma semana testamos a fundo, em absoluta estreia mundial, aquela que pode muito bem ser a próxima moto de James Bond. O 28.º Portugal de Lés-a-Lés foi parte de um ensaio de longa duração de uma moto que chega este verão aos concessionários lusitanos por um preço deveras competitivo.

Phelon & Moore Capetown 7X
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  • Texto: Paulo Ribeiro
  • Fotos: Pedro Pereira

O primeiro impacto é fortíssimo. A imagem impõe o respeito próprio de uma moto grande e é incapaz de passar despercebida. Em Faro, durante as Verificações Técnicas do Lés-a-Lés, muitos foram os motociclistas que se aproximaram, curiosos com a presença da Phelon & Moore Capetown 7X. Primeira questão, a cilindrada. Depois, a origem. Ambas as respostas geraram esgares de genuíno espanto. Isto muito antes de ganharem coragem para questionar sobre o preço…

Phelon & Moore Capetown 7X
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A imponência que faz com que não passe despercebida é diretamente proporcional à elegância que mantém os olhares presos aos detalhes. A Phelon & Moore Capetown 7X apela à serenidade e exalta um valor intrínseco mesmo antes de conhecer dados técnicos ou prestações dinâmicas. A primeira impressão é de respeito. A parte frontal é possante, com linhas que equilibram musculatura e elegância numa proporção que poucas marcas conseguem. Os detalhes de construção transmitem um toque de classe que se sente antes mesmo de ligar o motor — uma qualidade raramente encontrada neste segmento.

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Passe algum exagero na comparação, o mesmo sucede ao olhar para um Aston Martin, Bentley, Rolls Royce ou Range Rover. Marca esta que, como assumiu em entrevista exclusiva a MotoX, serviu de inspiração ao Diretor de Design Luca Bar para desenhar esta Phelon & Moore Capetown 7X. E note-se que o design inerente a um objeto funcional é algo que vai muito além dos traços que definem o desenho.

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Assim, não é de estranhar que, face à avalanche de motos asiáticas que inunda o mercado, a marca britânica tenha respondido com o aquilo que estas melhor sabem fazer: presença e carácter. Filosofia de distinção assente em muitos detalhes que conferem um toque de classe inconfundível à Phelon & Moore Capetown 7X, em busca de um ambiente luxuoso, conforto digno de soberanos e um feeling de condução muito próprio.

Confirmação das evidências físicas

O primeiro contacto físico com a Phelon & Moore Capetown 7X reforça a ideia das primeiras impressões visuais. Do assento com uma cobertura de padrão clássico, mais bonito do que confortável, a 830 mm do solo, e que se revelou acessível para condutores com 1,70 m, aos punhos com o nome da marca, grossos mas confortáveis; da tampa que esconde o verdadeiro tampão, cromado, de acesso ao depósito de combustível até ao painel de instrumentos.

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O ecrã TFT de 7 polegadas, com possibilidade de espelhamento do telemóvel, surge elegantemente envolvido numa moldura de aço escovado, com uma apresentação muito bem conseguida e onde nem falta a referência à marca. Como num automóvel topo-de-gama. Longe do carnaval de cores e grafismos de muitas propostas orientais e, sem dúvida, um dos mais bonitos da categoria, tem uma imagem sóbria, embora, em termos práticos, seja notório o privilégio da forma sobre a função.

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Com boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa, vê a leitura de algumas indicações limitada pela cor verde escolhida quando se seleciona determinada função. Também o menu da Phelon & Moore Capetown 7X revelou alguma complexidade em vários parâmetros como, por exemplo, para colocar a zero o contador parcial de quilómetros. Algo bem necessário para acompanhar o indispensável ‘road-book’ do Portugal de Lés-a-Lés, obrigando a várias etapas, mas que poderá ser corrigido a tempo da próxima edição da grande maratona mototurística da Federação de Motociclismo de Portugal.

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Aliás, aqui chegados, explicar que esta unidade da Phelon & Moore Capetown 7X testada por MotoX é uma moto de pré-produção e foi a mesma máquina que esteve exposta no Salão de Milão e na Expomoto. Serviu ainda como modelo de homologação e não apresenta todas as definições dos modelos produzidos em série pelo que, embora no essencial o modelo não vá sofrer alterações de monta, alguns detalhes deverão ser corrigidos e melhorados.

O confortável domínio da estrada

Algo que não necessita grandes preocupações por parte da equipa de desenvolvimento é o posto de condução da Phelon & Moore Capetown 7X, oferecedor de bem conseguida posição, relaxada e dominante sobre a estrada. Confortável, com as pernas fletidas sem esforço, os joelhos pouco dobrados, o tronco muito ligeiramente fletido para diante e os braços soltos sobre um guiador bastante alto e muito largo. Algo que se revelou bastante estranho num primeiro momento, à saída de Faro rumo a Alcochete, mas que, no regresso a casa, se revelou menos incómodo em autoestrada do que se poderia esperar.

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O guiador de formato cónico, com diâmetro variável, mostrou vantagens em termos de condução, facilitando as mudanças de direção embora exija alguma atenção em ambiente urbano, com uma largura que pode dificultar algumas passagens da Phelon & Moore Capetown 7X mais apertadas entre carros. Além disso é bastante flexível nas extremidades, absorvendo por completo as vibrações que escapam do motor, e os suportes elevados (‘risers’) garantem uma filtragem eficaz das imperfeições do piso, em contraponto com ligeira perda de sensibilidade nas mudanças de direção mais rápidas.

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Com o passar dos quilómetros, é percetível que essa largura foi determinada para facilitar a condução em todo o tipo de estradas, reduzindo o esforço necessário para balançar os cerca de 250 kg da Phelon & Moore Capetown 7X, com o depósito cheio, e fazendo um trabalho notável nas viagens de longa duração. A pressão aerodinâmica sobre os braços ficou bastante abaixo do esperado, sendo boa a proteção aerodinâmica oferecida pelos protetores de punhos montados de série e excelente aquela que é proporcionada às pernas pela forma do depósito e seção frontal.

Posto de comando tecnológico

Na parte superior do corpo, o pequeno para-brisas ajustável manualmente de forma muito fácil, mesmo em andamento, garante proteção aceitável. Até aos 120 km/h é suficiente para o capacete, mas deixa parte dos ombros e tronco algo exposta, aumentando o desconforto quando a velocidade sobe. E pode subir até para lá dos 170 km/h.

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Além disso, o cuidado colocado nas borrachas que protegem os poisa-pés – com o detalhe muito britânico da estilização da Union Jack e das iniciais da marca – minimiza o efeito das vibrações que se fazem sentir nos pés. Um formigueiro desde as 5000 rotações por minuto e que, curiosamente, sente-se de forma mais pronunciada no pé esquerdo. Detalhe que, porém, poderá ser melhorado com mudanças nos suportes do motor, com ‘silent-blocks’ mais bem-adaptados. Por outro lado, e em boa parte devido à largura e flexibilidade do guiador, os retrovisores garantem boa visibilidade mesmo a alta velocidade, sem vibrações excessivas, e revelaram-se extremamente fáceis de ajustar.

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Ainda no posto de comando da Phelon & Moore Capetown 7X, nota para os comandos bem posicionados embora, sobretudo com luvas mais grossas, aconteça com alguma frequência acionar de forma involuntária os punhos aquecidos (montados de série e com 5 níveis de temperatura) ao buzinar. Um cockpit que conta com duas tomadas USB (tipos A e C) e uma tomada de 12 V à medida das maiores exigências dos adeptos dos ‘gadgets’, e que disponibiliza uma câmara frontal de alta-definição (1080P), que pode ser ligada através de um único toque no comando.

De referir que o parcial B é reiniciado sempre que se desliga o motor, o mesmo sucedendo com o ABS e o controlo de tração TCS e que a Phelon & Moore Capetown 7X chega equipada com iluminação Full LED e sistema de monitorização da pressão e temperatura dos pneus. Mas sem ‘cruise-control’!

Serenidade a toda a prova

Posto de condução que proporciona uma sensibilidade inspirada num Range Rover e não num qualquer SUV mais desportivo. A Phelon & Moore Capetown 7X é suave e confortável, sem pressas nas viragens, antes conferindo um toque aveludado quando se muda de direção como se houvesse tempo para desfrutar cada curva como num elegante bailado. E note-se que estamos a falar de algo entre a típica dança inglesa Morris e uma valsa vienense e não um ‘cha cha cha’ ou zumba.

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Uma sensação conferida pela própria geometria da parte dianteira da Phelon & Moore Capetown 7X mas, sobretudo, pela flexibilidade do guiador de diâmetro variável e pelos longos ‘risers’ que favorecem o conforto e serenidade em detrimento de alguma sensibilidade da dianteira e maior rapidez dinâmica. Comportamento que poderá ser ajustado ao gosto de cada condutor, alterando os parâmetros da forquilha invertida KYB de 43 mm de diâmetro e 170 mm de curso. Ajustável em pré-carga, como em compressão na bainha direita, e em extensão, à esquerda pode ser endurecida para melhor feeling da estrada e comportamento mais desportivo.

Altura em que será mais notório o bom trabalho da ciclística assente numa treliça em tubos de aço de alta resistência, com seção traseira aparafusada e bem acompanhado pelo mono braço oscilante em alumínio, solução única neste segmento. E que, além de permitir total visibilidade da bonita roda raiada, proporciona fácil acesso ao sistema de ajuste remoto em pré-carga do mono amortecedor traseiro (sem ferramentas), oferecedor de um curso de 170 mm.

Phelon Moore Capetown 7X 45 - MotoX
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No geral, a sensação foi de um amortecimento demasiado macio, mais a pensar no conforto, que obrigou a grande utilização da chave de fendas na busca do melhor ‘setting’. Claro que as unidades que serão colocadas à venda chegarão com afinações de base adequadas a grande parte dos utilizadores que, por sua parte, poderão aproveitar a grande capacidade de ajustes para uma melhor adaptação às necessidades e gosto de condução. Que para isso lá estão os ajustadores…

O melhor da Phelon & Moore Capetown 7X

Melhores desde o primeiro momento foram as sensações oferecidas pela Phelon & Moore Capetown 7X no capítulo da travagem. Com dois discos de 320 mm e pinças radiais de 4 pistões na dianteira e um disco de 260 com pinça de 2 pistões atrás, a travagem é um dos pontos fortes, não pela potência desmedida, mas sim por um equilíbrio entre capacidade de desaceleração e a progressividade. O tato é excelente e garante enorme facilidade de controlo embora o ABS (desconectável), se tenha mostrado algo intrusivo em algumas situações, nomeadamente em pisos empedrados alongando a distância de travagem.

Com potência suficiente na dianteira para parar perante as mais inusitadas situações de emergência, oferece elevada facilidade de doseamento em curva, dando confiança mesmo sem Cornering ABS. Além de que as pinças radiais com o logo da marca garantem uma dose acrescida de classe, tal como os pneus que exibem orgulhosamente o nome Phelon & Moore, fazendo lembrar casas de prestígio com a Harley-Davidson.

Phelon & Moore Capetown 7X
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Borrachas desenhadas e desenvolvidas em Itália e fabricadas na China – tal como boa parte dos pneus europeus… – nas medidas 120/70 para a roda dianteira de 19 polegadas e 170/60 x 17” atrás, com um desenho para utilização mista e que mostraram boa eficácia em estrada. Como no troço de terra e areia através da herdade do piloto David Megre para atravessar o rio Sado de forma mais simples. Fáceis e progressivos na colocação em curva demoram apenas um pouco a chegar à temperatura ideal de funcionamento como deu para perceber nas partidas madrugadoras no Portugal de Lés-a-Lés, oferecendo depois enorme confiança, levando a roçar os avisadores dos poisa-pés e o descanso central pelo asfalto sem sustos de maior.

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Um equilíbrio de travagem e progressividade que é exponenciado pela facilidade de utilização, com as manetes reguláveis em 5 posições, o que permite um ajuste fácil a todas as dimensões de mão, e com o pedal de tamanho acertado e, sobretudo, colocado numa posição e altura que permite um apoio muito fácil do pé, em qualquer momento, sem esforço.

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Uma travagem que acaba por ser bastante solicitada em estradas de montanha devido, em boa parte, a um efeito de travão-motor mais reduzido do que esperado e que os pilotos de testes britânicos e os técnicos chineses deverão rever antes da chegada ao mercado. Ajustes na eletrónica, nomeadamente a nível da injeção eletrónica e tempos de ignição, deverão adequar um bloco de origem conhecida.

Motor de origem bem conhecida

O bicilindro paralelo de 693 cc (83 x 64 mm), com dupla árvore de cames à cabeça e 8 válvulas é fabricado pela CFMOTO, não disponibiliza diferentes modos de condução mas tem um comportamento saudável em médias e altas rotações, sendo de utilização desaconselhada nos regimes mais baixos. O melhor mesmo é não deixar cair a agulha para baixo das 3000 rotações por minuto, onde a renitência do motor é expressa em algumas batidelas incomodativas.

Bem melhor a partir das 4000 rpm, quando oferece uma aceleração mais homogénea e, sobretudo, a partir das 5000 rpm onde começa a revelar o seu verdadeiro carácter. Cada vez mais divertido tem a faixa de utilização ideal até por volta das 8000 rpm, passando o pico de binário máximo (68 Nm/7000 rpm) continuando a alongar sempre de forma bastante equilibrada, para lá do regime de entrega máxima de potência. Disponibiliza os 74 cavalos às 85000 rpm, e tem capacidade de alongamento até às 10.000 rpm embora sem acrescentar muito mais em termos de performance.

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Os regimes mais elevados são acompanhados por vibrações sensíveis ao nível dos pés, já que tanto no banco como no guiador são muito bem filtradas. É verdade que está longe de ser um puro-sangue, sobretudo porque os 74 cavalos são exíguos para a Phelon & Moore Capetown 7X, cujo peso anunciado em ordem de marcha é de 249 quilos.

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Quanto à caixa de velocidades mostrou-se ruidosa, sobretudo ao engatar a primeira, com um som metálico que, apesar de parecer brusco, pode resumir-se a uma questão de afinação, já que as velocidades entram com razoável suavidade. O bom escalonamento das relações é apenas beliscado pela força escassa do motor nos regimes mais baixos, e o consumo médio ao fim de 2250 quilómetros de teste por todo o tipo de estradas e utilização a ritmos bem diversos, ficou pelos 5,85 litros por cada 100 km. O que deixa antever valores mais interessantes e mais contidos com motores mais rodados e, claro está, com as necessárias afinações da injeção, o que poderá melhorar também o comportamento do acelerador conferindo maior estabilidade.

Beleza que não passou despercebida

Com um ar de nobreza exaltado pela cor verde Artemisia, a Phelon & Moore Capetown 7X, que será comercializada também branco Dover e cinzento London, despertou muito encanto ao longo do Lés-a-Lés. Ao olhar para ela, parece uma moto de maior cilindrada, uma novecentos ou mil, e muitos ficam espantados quando perceberam tratar-se apenas de uma setecentos.

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O porte altivo e as dimensões generosas que foi possível apreciar na Expomoto na primeira apresentação da empresa Conceição Machado enquanto importador da marca britânica, noticia dada em primeira mão em MotoX.pt, funcionam como importante atrativo. Mas têm, também, naturais óbices, nomeadamente o peso de 226 kg a seco que reforçam a ideia de que a Phelon & Moore Capetown 700X surge mais vocacionada para o turismo do que pensada para uma condução essencialmente desportiva.

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Para o final deixamos uma boa notícia que se prende com o preço de venda a público proposto pela C. Machado de 8214 €. Ou, melhor ainda, de 8918 € chaves na mão, ou seja, com toda a documentação, impostos e taxas incluídos, além da oferta de malas, ‘crash-bars’ e faróis de nevoeiros, pelo menos nas primeiras unidades. Disponível a partir deste mês, a Phelon & Moore Capetown 7X será acompanhada pela mais básica versão S (7995 €) e pela exclusiva edição limitada Pininfarina (13.592 €)

Homenagem à grande aventura

Uma última nota para explicar que o nome da Phelon & Moore Capetown 7X resulta da homenagem à aventura de Teresa Wallach e Florence Blenkiron, que atravessaram o continente africano, de moto com ‘side-car’ e atrelado, na década de 1930, chegando à Cidade do Cabo, de onde a moto retira o seu nome. Uma interpretação contemporânea de uma máquina de aventura, capaz de uma condução desportiva em estradas pavimentadas e de um desempenho consistente quando o asfalto acaba. A versão X é mais orientada para o todo-o-terreno, apresentando jantes raiadas sem câmara, com pneus todo-o-terreno que proporcionam maior aderência e segurança fora de estrada, permitindo seguir na perfeição ‘The Rugged Road’ de Londres até à Cidade do Cabo.

Phelon Moore Capetown 7X 03 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 63 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 62 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 21 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 61 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 09 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 54 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 02 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 53 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 14 - MotoX

Phelon Moore Capetown 7X 15 - MotoX

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