Yamaha XSR 900 GP. O vídeo

A Yamaha XSR 900 GP permite sonhar com corridas protagonizadas por heróis em motos indomáveis. Despertar em cada um de nós o espírito de Wayne Rainey, Eddie Lawson, Christian Sarron ou Randy Mamola. Afinal, está lá, em cada parafuso, o ADN racing que moldou a história desportiva da marca. Com uma alma, estética, herdade das YZR500 das décadas de 1980 e ’90. Mas com um coração, mecânico, do mais moderno que há.

  • Por: Paulo Ribeiro
  • Imagens, montagem e realização: Alberto Pires

Sendo a primeira marca japonesa a vencer ao mais alto nível do Campeonato do Mundo de Velocidade, a Yamaha conquistou o primeiro título em 1975, com Giacomo Agostini. Afinal, foi o início da contestação da absoluta supremacia europeia que durava desde 1949. E, desde então, conquistou 18 títulos na categoria rainha, fosse com as 500 cc ou com as MotoGP. Para 2024, decidiu recordar as YZR500 e homenagear nomes como Eddie Lawson (campeão em 1984, ’86 e ’88) e Wayne Rainey (1990, ’91 e ’92) criando a Yamaha XSR 900 GP. Uma espécie de evolução carenada da XSR900, com a base da nova MT-09.

Yamaha XSR 900 GP

Em primeiro lugar, é certo, está uma imagem evocativa dos anos de ouro do Mundial de 500 cc. Mas, não menos importante, é a dotação mecânica, com o revisto motor CP3 que equipa esta Yamaha XSR 900 GP. Talvez o melhor bloco de três cilindros paralelos da atualidade, com 120 cavalos de potência máxima, obtida às 10 000 rpm. E com uma disponibilidade que garante doses constantes de adrenalina, à distância de uma simples rotação do punho direito! A que se juntam componentes de luxo, na travagem como no amortecimento, e uma eletrónica devidamente comprovada nas YZF-1000 R1M do Mundial de Superbikes.

Yamaha XSR 900 GP

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