Super Ténéré. Um encontro na Estrela

  • Texto e fotos: Jorge Casais

Gorada que foi a tentativa de fazer um primeiro encontro de Super Ténéré’s a 25 de setembro, tendo como ponto encontro o Centro Geodésico de Portugal, havia que voltar a tentar. Agora com a ajuda do Hélder Martins e do César Vieira, havia que tentar um segundo encontro. Que, afinal, foi o primeiro.

Sabíamos que não seria fácil pois, se por um lado estava a ser marcado este encontro muito em cima da hora, por outro, iria decorrer, em algumas cidades, uma manifestação contra a obrigatoriedade de Inspeções Periódicas Obrigatórias aos motociclos.

  • Ponto de Encontro – Folgosinho
  • Piquenique – Covão da Ametade
  • Passeio com momentos Off e On road

Desistir era algo impensável! As condições meteorológicas adivinhavam-se estáveis para aquela zona e havia que fazer uma nova tentativa. Dentro do princípio de procurar uma localização que agrade a todos, foi marcado como ponto de encontro a simpática aldeia de Folgosinho.

Uma inesperada e emotiva visita

Enquanto esperávamos a chegada do César e do Rogério Neves, experienciámos um momento bastante emotivo. Um rebanho de cabras esperava ansiosamente por voltar ao contacto com as suas crias. Este momento ficou registado no vídeo que resume, também, boa parte da viagem.

Disseram sim ao repto lançado os “STistas”: César Vieira e Hélder Martins (coorganizadores), Mário Ganho, Pedro Ribeiro, PJ Caetano, Rogério Neves, Tiago Costa, e o “observador” Rogério Pinto, com a sua Africa Twin!

A todos agradecemos a sua presença!

Quanto ao formato do almoço, em fórmula piquenique, resultou na perfeição pois o convívio é mais fácil do que em restaurante. Não temos que nos sentar numa mesa e apenas convivermos com os que sentam na mesma mesa que nós. Pelo contrário, podemos deambular e ir falando com todos bem como partilhar as merendas que cada um traz.

E claro que, nestes formatos de almoçaradas, é normal surgir sempre alguma surpresa. Desta feita, o César Vieira surpreendeu-nos com um café que soube pela vida enquanto, refastelado do alto da sua cadeira, se divertia a preparar o mesmo.

E surgiu ainda, da top-case do Caetano, um doce brinde sob a forma de uma garrafinha de ginja… E que bem nos soube também.

Da esquerda para a direita
Eu, Hélder Martins, Mário canho, Rogério Neves, César Martins,
Tiago Costa, Rogério Pinto (o Observador), Pedro Pinto e PJ Caetano

No decorrer do piquenique, claro está, falamos de motas e de viagens de motas… E não, não chegamos a falar que as nossas ST’s são as melhores do mundo, nem tão pouco falamos dos problemas que as outras motas possuem e que as nossas passam incólumes e ao lado. Mas falamos de viagens, projetos de viagens e de encontros futuros de ST.

Falar de Marrocos no alto da serra

Sobre viagens falei na minha inolvidável experiência com a Boa Mota & Boa Mesa quando fui até Marrocos. Não só pela oportunidade de visitar um país lindíssimo, com cultura e costumes bem diferentes, como pela excelente organização da empresa do César. A repetir… Já lhe estou aqui a lançar o repto caro César Vieira.

O local escolhido para o almoço foi o parque de merendas do Covão da Ametade. Bem simpático, calmo e junto ao Rio Zêzere cuja nascente dista escassas centenas de metros.

Para apimentar um bocadinho o passeio fui na semana passada, com o meu amigo Paulo Faia, reconhecer um ‘track’ em off-road que se revelou bastante interessante e que poderia perfeitamente fazer parte deste encontro que ontem decorreu.

Imagem captada no dia de reconhecimento com o Paulo Faia

Uma escapada de todo-o-terreno para animar a malta

Claro que fizemos esta incursão, por um estradão em modo ‘off-road’, que foi do agrado de todos. Fiquei mesmo com a ideia que em próximas concentrações poderia ser um formato a utilizar caso seja do mesmo tipo… bem pacífico. Para rolar sem sobressaltos e podermos atacar o mesmo até com os pneus de estrada que trazemos calçados em algumas das nossas ST’s no nosso dia a dia.

Almoçarada terminada, tempo para meter as borrachas de novo à estrada.

Lá fomos nós pela EN338, até encontrar o Miradouro do Vale do Glaciar (Código para colar na pesquisa do Google Maps – Nave de Santo António 6215, Unhais da Serra) e aí nos despedimos. Uns seguiriam pela Nave de Santo António (casos do Mário e do Caetano) e os restantes continuariam pela EN338, EN339, EM513 e EN231 até encontrarmos a AE25.

Ainda na subida da EN338 logo a seguir ao Covão da Ametade nova paragem no Miradouro da Catarina (Código para colar na pesquisa do Google Maps – 8CG9+3XF Loriga). E houve ainda mais duas paragens: Na Torre (pois claro) e…

… a outra no Museu Natural da Eletricidade de Seia.

  • Percurso Planeado – 47 km
  • Horas de condução – 01h16m
  • Total de horas – 02h58m
  • Altitude Máxima – 1418 m

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